quarta-feira, 5 de maio de 2010

O QUE SIGNIFICA MGF?

Para responder a pergunta do título poderíamos cogitar várias hipóteses. Só não podemos cogitar a hipótese de ser Marcelo Guimarães Filho, pois afinal se ele se sentiu ofendido porque o jornalista Oscar Paris o chamou de Marcelinho, certamente não vai querer ser chamado de MGF. Estamos comentando mais esse episódio de mediocridade do Bahia atual porque, afinal, essa foi uma das últimas ações de impacto do presidente do Bahia.

Certamente não em busca de reerguer o clube do pior momento de sua história, de acabar com as décadas de humilhações e mediocridades, de trazer a democracia ao clube, de incentivar o aumento do número de sócios, de fazer tudo com transparência, nem de eleições diretas e livres para presidente e para o Conselho Deliberativo.

Não, nada disso. Trata-se sim de jogar nuvens de fumaça, criar factóides, desviar o foco e empurrar os problemas para baixo do tapete. Tudo velhos chavões. Tudo velhos métodos. Tudo envelhecendo e deteriorando a instituição Esporte Clube Bahia. Repetindo os velhos procedimentos ditatoriais, ele só confirma que no clube não há democracia, participação e transparência. E por isso recorre a velhos métodos de processos, ameaças e intimidações.

E eis que a dissimulação da realidade se torna moeda corrente na atual direção do Bahia, em especial na figura de seu presidente. Pois, após processar João Carlos Teixeira Gomes por um texto, tirar satisfação de Oscar Paris pelo emprego do diminutivo do nome, agora o senhor Marcelo Guimarães Filho resolve processar um membro da Revolução Tricolor, Matheus Araújo, por um artigo escrito.

Seria risível se não fosse trágico. O uso de figuras metafóricas passa a ser o alvo da preocupação de quem foi responsabilizado, na dita matéria, pela continuação do caos histórico do clube. Mas exatamente esse caos histórico do clube não é abordado, contradito e nem se acena com qualquer mudança por parte do referido presidente.

Alguma contestação, senhor presidente, para o maior período sem títulos da história do clube? Alguma contestação, senhor presidente, para o maior período sem presença na primeira divisão do futebol brasileiro? Alguma contestação, senhor presidente, para o maior período com times medíocres da história do clube? Alguma contestação, senhor presidente, para o absurdo desperdício da fonte de mobilização e participação que resultaria da entrada de novos sócios? Alguma contestação, senhor presidente, para o crescimento astronômico das dívidas do clube? Alguma contestação, senhor presidente, para nenhuma mudança nos estatutos do clube? Alguma contestação, senhor presidente, para a falta de eleições diretas e livres no clube? Alguma contestação, senhor presidente, para a falta de profissionalismo e a manutenção de pessoas sem o mínimo preparo e condição para serem representantes do clube? Alguma contestação, senhor presidente, para a não renovação total de um Conselho Deliberativo que tem se mostrado inoperante e omisso? Alguma contestação, senhor presidente, para o continuísmo?

Seria inacreditável se não fosse previsível. Essa é a prática histórica das dinastias sucessórias e rotatórias que estão dilapidando patrimônio, história, conquistas e futuro de uma referência da Bahia e de seu povo. E o circo e a tragédia continuam protagonizados pelos mesmos: Paulo Maracajá, Pernet, Marcelo Guimarães, Petrônio Barradas, Marcelo Guimarães Filho. Se são sempre os mesmos, o que esperar desse grupo senão a mesmice?

E, enfim, o que significará MGF para a história?

terça-feira, 4 de maio de 2010

PROCESSO CONTRA A FEDERAÇÃO BAHIANA DE FUTEBOL

Cumprindo o que foi divulgado pela imprensa minutos antes do primeiro jogo das finais do Campeonato Baiano de 2010, torcedores, alguns ligados a Revolução Tricolor ingressaram, na qualidade de consumidores, com uma ação plúrima contra a Federação Bahiana de Futebol, por descumprimento ao Estatuto do Torcedor no que diz respeito ao do dever de realizar o sorteio para escalação dos árbitros para as duas partidas válidas pelas finais do Campeonato.

Dentre os fundamentos da ação, destacam-se o artigo 32 do Estatuto que dispõe a cerca da obrigatoriedade de sorteio de todos os árbitros de cada partida, o artigo 30 que determina o dever de escalação de árbitros imparciais e isentos de pressão e o procedimento adotado pela entidade maior – a CBF – em outras competições nacionais, como a Copa do Brasil de 2010 e o Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão de 2009.

Dentre os pedidos, estão o dever de observância da norma federal quanto ao sorteio de todos os árbitros das futuras partidas sob pena de multa, indenização por danos morais com efeitos punitivos e a devolução em dobro do valor desembolsado pelos ingressos do primeiro confronto.

O processo de nº 032.2010.029.539-6 foi distribuído perante o Juizado Especial de Defesa do Consumidor e está aos cuidados da Juíza Fabiana Cerqueira Ataide.

Segundo os autores, a ação foi propositalmente proposta apenas ao final do Campeonato, para não desvirtuar do real objetivo da mesma. Ademais, não é objetivo do processo qualquer pedido de anulação ou tumulto do Campeonato recentemente terminado.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

REUNIÃO ORDINÁRIA

Neste sábado, dia 24 de abril de 2010, às 14:00h, acontecerá mais uma reunião ordinária da Revolução Tricolor.
A pauta da reunião será:
1 – Informes;
2 - Novos sócios;
3 – Formação de comissão para contactar sócios afastados;
4 - Assembleia Geral
4.1 – Avaliação da Assembléia passada
4.2 – Análise e preparação para próxima Assembleia
5 - Debate sobre a escalação de Alessandro Matos para o primeiro jogo da final.
6 – O que ocorrer


O convite é extensivo aos sócios patrimoniais, sócios Bora Bahêa, e demais torcedores tricolores que desejam conhecer melhor o grupo e queiram contribuir para reerguer o Esporte Clube Bahia.Vale lembrar que mais uma vez o encontro acontecerá na SEDE DE PRAIA DO ESPORTE CLUBE BAHIA, localizada no bairro da Boca do Rio, local comum a todos os sócios e não sócios do clube e de fácil localização.

*Importante lembrar que essa reunião foi adiada do dia 17 para o dia 24 por causa das fortes chuvas que castigaram Salvador.REVOLUÇÃO TRICOLORASSOCIAR PARA MUDAR!

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quarta-feira, 7 de abril de 2010

ASSEMBLÉIA GERAL - VERGONHA.

Vergonhosa!

Essa é a palavra que melhor define a Assembléia Geral de sócios que ocorreu em 05 de abril de 2010.

Inúmeras foram as irregularidades constatadas na reunião. Desde a entrada de pessoas por portões secundários, denuncias de “sócios” presentes que estariam inaptos a votar, à criação intencional de tumulto a fim de encerrar o pleito e não apreciar as propostas de Estatuto, necessidade iminente do clube.

O mais impressionante é que tudo isso foi propiciado pelo grupo que comanda o nosso querido Esporte Clube Bahia. As pessoas que mais deveriam zelar pelo Clube, lutar pelo seu fortalecimento e soerguimento, mostraram, mais uma vez, que estão preocupadas apenas em manter-se no poder, ignorando a vontade dos sócios e da torcida tricolor.

O Presidente Marcelo Guimarães Filho deu a derradeira demonstração que seu discurso de início de gestão, no qual dizia querer tornar o Bahia o mais democrático possível, com a participação de todos os grupos e correntes, não passava de falácia, ou, como diz a expressão popular, “conversa pra boi dormir.”

Contudo, o Presidente e seu grupo não esperavam uma oposição tão preparada e obstinada por mudanças. Os diversos grupos e pessoas presentes e contrários aos atuais gestores do Esquadrão não se deixaram intimidar por seguranças “brucutus”, nem se deixaram enrolar pelo discurso vazio do Presidente de que as coisas seriam feitas de acordo com a vontade dos sócios.

Como alguém que se diz bem intencionado se recusa a fornecer a lista de sócios aptos a votar? Afinal, esse procedimento tornaria o processo transparente e inquestionável.

Como um Presidente que diz querer o melhor para o Clube se recusa a cobrar a identificação e o comprovante de pagamento dos presentes no momento da votação?

É possível crer que uma pessoa que age dessa maneira está realmente desprovida de maldade? A resposta parece óbvia...

Se alguém ainda acreditava que MGF estaria bem intencionado, ele mostrou para quem quisesse ver que não. Seu compromisso é manter o poder com a família Guimarães, cujo patriarca e ex-Presidente, de péssima lembrança para a torcida tricolor, se vangloria em dizer que “ É O DONO DO BAHIA” e que afastou Maracajá do Bahia.

A Assembleia foi encerrada, nada foi votado nem decidido, o Estatuto não foi discutido, tudo isso porque a diretoria insistia em conduzir o pleito na velha e manjada “tática Osoriana do senta levanta”. Mas esta Assembléia foi diferente, os sócios não permitiram a perpetuação desta maracutaia.

Por fim, a Revolução tricolor esclarece que, diferente do que foi anunciado no site oficial do clube, na noite de 5 de abril de 2010, nada foi votado ou decidido em relação ao Estatuto do Esporte Clube Bahia.

Para que qualquer alteração fosse aprovada, segundo o texto do atual Estatuto, seria necessária a concordância de, no mínimo, 2/3 dos Sócios, o que não ocorreu.

Desafiamos quem quer que seja a provar que houve uma apuração de votos e que o resultado aprovou qualquer mudança Estatutária.

Não nos curvaremos às imposições do clã dos Guimarães e seus asseclas, não nos deixaremos intimidar. A luta de devolver o Bahia a sua torcida e associados continua.

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quinta-feira, 1 de abril de 2010

MALANDRAGEM, DÁ UM TEMPO!

Por Associação Bahia Livre e Revolução Tricolor


Após diversas promessas descumpridas desde a posse da atual administração, revivendo os piores momentos do atual grupo que dirige o Bahia há mais de 25 anos, eis que mais uma atitude deplorável é tomada: a convocação da Assembléia Geral de Sócios para apreciação da reforma estatutária é feita via um jornal de pequena circulação, sem nenhum aviso pessoal aos sócios e, pasmem, sem nenhuma nota no site oficial do clube! Para piorar, a convocação foi feita para o dia 05/04 (próxima segunda-feira, após o feriado da Semana Santa), com o intuito de desmobilizar os sócios e dificultar reuniões de preparação para a Assembléia, como também para que os sócios tricolores em viagem não possam comparecer ao evento. Ademais, não foi dado conhecimento público da reforma estatutária a ser apreciada, os sócios não poderão fazer nenhuma análise prévia do mais importante documento do clube, ressalte-se que não se trata de um documento pequeno, de poucas páginas.
Além de demonstrar falta de seriedade ao não prestar contas das finanças do clube, descumprir promessas e emitir cheques previamente sustados, a forma como a Assembléia Geral foi convocada demonstra que a direção do clube não tem preocupação nem em parecer séria!

MALANDRAGEM, DÁ UM TEMPO!

quinta-feira, 18 de março de 2010

REUNIÃO ORDINÁRIA.

Neste sábado, dia 20 de março de 2010, às 14:00h, acontecerá mais uma reunião ordinária da Revolução Tricolor.

A pauta do encontro será:

1- Informes
2- Definições sobre o Estatuto da Revolução Tricolor
3- Atuação da RT na Assembléia Geral
4– Questões judiciais
5- Proposta de debate com o Presidente Marcelo Guimarães Filho
6 – Cadastramento de novos membros
7 – O que ocorrer

*Por uma questão estratégica, alguns assuntos da reunião não são divulgados.



O convite é extensivo aos sócios patrimoniais, sócios Bora Bahêa, e demais torcedores tricolores que desejam conhecer melhor o grupo e queiram contribuir para reerguer o Esporte Clube Bahia.
Vale lembrar que mais uma vez o encontro acontecerá na SEDE DE PRAIA DO ESPORTE CLUBE BAHIA, localizada no bairro da Boca do Rio, local comum a todos os sócios e não sócios do clube e de fácil localização.


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segunda-feira, 1 de março de 2010

AÇÃO UNIFICADA COBRANDO DEMOCRACIA NO BAHIA MARCA BAVI.

A tarde desse domingo foi marcada por mais um BAVI. Nas arquibancadas, o que chamou atenção foram os protestos da torcida, que continua cobrando do Presidente Marcelo Guimarães Filho a implementação de eleições diretas sem filtros e um estatuto verdadeiramente democrático.
Por diversas vezes os torcedores gritaram palavras nada simpáticas para MGF.
Foram distribuídos panfletos e camisas exprimindo a insatisfação com a gestão do atual mandatário tricolor e a suas atitudes antidemocráticas.

A Revolução Tricolor e o Movimento Avante Esquadrão levaram mais uma faixa de protesto, também cobrando o direito do torcedor de votar livremente.
Em uma grande demonstração de união entre grupos, a Revolução Tricolor, o Movimento Unidade Tricolor, a Associação Bahia Livre e o Movimento Avante Esquadrão foram responsáveis pela distribuição de milhares de panfletos, a fim de alertar a torcida para a importância de ser sócio e a necessidade de cobrar o seu direito de escolher livremente o Presidente para o nosso amado Tricolor de Aço.

O conselheiro Rui Cordeiro também colaborou com a ação e doou centenas de camisas de protesto, com a frase que já se tornou um lema e vem sendo repedida por muitos torcedores: NÃO VOTO PARA PRESIDENTE, NÃO VOTO PARA DEPUTADO. As camisas foram distribuídas entre os torcedores, que rapidamente se encarregaram de vesti-las.

A Revolução Tricolor agradece a todos que ajudaram em mais uma ação na luta por democracia e transparência no Esporte Clube Bahia, em especial ao Movimento Avante Esquadrão que se empenhou ao máximo para fazer com que essas ações fossem realizadas.

Essa é mais uma demonstração de que a união é muito importante na luta por um Bahia melhor.