sábado, 15 de junho de 2013

SÓCIOS COBRAM EXPLICAÇÃO SOBRE POSSÍVEL PERDA DE ATLETAS.



Na manhã dessa sexta-feira, 14/06/2013, integrantes da Revolução Tricolor e sócios do Esporte Clube Bahia entregaram uma petição no clube solicitando esclarecimento e apuração de fatos sobre o desligamento de vários jogadores oriundos da divisão de base em decorrência da falta do recolhimento tempestivo do FGTS.

A situação absurda que vem sendo seguidamente divulgada pela imprensa esportiva precisa ser explicada pelos dirigentes do Clube, responsáveis que são por cuidar do patrimônio da instituição.

Caso a direção do Bahia se negue a esclarecer os fatos, só nos restará procurar a justiça para a defesa do dos interesses do Clube. 



quarta-feira, 5 de junho de 2013

SE ASSOCIE AO ESPORTE CLUBE BAHIA!

A Revolução Tricolor convoca a torcida para se associar ao Esporte Clube Bahia. Só assim podemos participar da vida política do nosso Clube e promover mudanças no estatuto, Conselho Deliberativo e na presidência.

Para adquirir o título de sócio patrimonial é necessário se dirigir ao Edf. Atlanta Empresarial, nº 247, localizado na Rua Dr. José Peroba, Costa Azul, salas 807/808 munidos de cópias do RG, CPF e comprovante de residência. Segundo informação prestada pelo próprio Clube, o valor da jóia é de R$ 300 à vista ou R$ 350 parcelado em sete vezes. A mensalidade custa R$ 40 e o sócio patrimonial tem direito a votar após 12 meses de associação. 

Acreditamos que a forma mais fácil de mudar o Esporte Clube Bahia é através da associação em massa. Por isso, defendemos que o torcedor deve ter o direito de votar diretamente e escolher seu presidente. Se associe ao Esporte Clube Bahia e junte-se a nós nessa luta por democracia e transparência!

ASSOCIAR PARA MUDAR!

quarta-feira, 29 de maio de 2013

CARTA ABERTA A NAÇÃO TRICOLOR EM APOIO A INTERVENÇÃO NO BAHIA


À torcida tricolor,


A Revolução Tricolor é um grupo de sócios do Esporte Clube Bahia que lutam, através das vias legais, por mudanças mais profundas no clube, como a democratização, a transparência e a efetiva participação da torcida nas decisões mais importantes da vida do Bahia.

Entendemos que a atuação correta dos diretores de uma agremiação tão importante tem como exigência a presença constante da autoridade responsável, a prestação de informações e contas ao torcedor, o convite à participação dos interessados, o respeito às leis e regimentos que compõem a base jurídica de legitimidade de uma organização, bem como a busca pelo seu aprimoramento e adequação à contemporaneidade.

A ação judicial que hoje tramita no Tribunal de Justiça do Estado da Bahia é decorrência de uma expulsão injustificada de conselheiros deliberativos do clube, às vésperas da eleição para presidência, que se mostrou a ponta de um verdadeiro iceberg de irregularidades na composição do órgão. Para ficarmos em um fato de conhecimento público, mais de um conselheiro do Bahia já se manifestou no sentido de nunca ter sido sócio do clube e ter o seu nome incluído em tão importante órgão de maneira surpreendente. Na verdade, para ocupar tal posição, o tricolor deveria ser associado do clube há pelo menos 36 meses (3 anos)...

Foi este órgão contra o qual constam várias denúncias de ilegalidades que reelegeu o presidente Marcelo Guimarães Filho, que aprovou contratos e participou da elaboração do novo Estatuto Social do Bahia, que ficou longe de implantar as prometidas democracia e abertura do clube, configurando apenas mais uma etapa de um projeto de poder que não tem prazo para acabar.

O juiz de 1º grau concordou com o sócio tricolor que entrou com a ação e determinou a intervenção judicial no Bahia. O clube recorreu e uma nova decisão, agora do Tribunal, pode ser divulgada a qualquer momento.

Se o Tribunal de Justiça decretar a intervenção, o interventor terá o poder de confirmar alguns contratos assinados pelo clube, enquanto promove um recadastramento de sócios e novas eleições para os órgãos da agremiação, após a destituição de todos aqueles que foram eleitos sob suspeitas de ilicitudes. Poderá também estabelecer parâmetros para uma eleição corretamente desenvolvida e para proporcionar que a torcida tricolor tenha voz no novo Bahia que pode surgir. Não será ele o novo presidente do Bahia, mas alguém que conduzirá uma transição com vistas a assegurar a reformulação político-administrativa da agremiação, a fim de que sejam eleitos um conselho e uma diretoria com legitimidade.

Haverá muita informação falsa divulgada caso haja mesmo a intervenção judicial. Dirão (como disseram no ano passado) que os parceiros comerciais do clube sairão, o que não é verdade. Os seus contratos foram firmados com o Bahia e não com os seus diretores em nome próprio, e o interventor tem plenos poderes para ratificá-los. Falarão ainda que o clube vai ser rebaixado, para atemorizar a torcida. Aqueles que acompanharam as recentes humilhações, porém, sabem que o caminho do Bahia tende a ser o retorno à Série B se ficar com a diretoria que já demonstrou sua incompetência e aversão à democracia no comando do clube.

O torcedor do Bahia que hoje se sente órfão, em meio à turbulência dos desmandos e da incompetência, tem no seu horizonte um futuro mais próspero que se desenha com a renovação efetiva que pode vir desta intervenção. É seu direito (e dever) acompanhar os passos deste processo e buscar a aproximação ao quadro social do clube, para que possa colaborar na reconstrução de um Bahia grande, democrático e vencedor.

O Bahia não é apenas um clube de futebol: é bem cultural, social e imaterial, que pela sua dimensão e importância tem a amplitude de um verdadeiro bem público, ente representativo da alegria e cultura de um povo. Toda a sociedade baiana precisa tomar parte nesta luta que ganha corpo e já encontra eco na imprensa nacional, capitaneada por figuras como o grande jornalista Juca Kfouri.

Unidos, fiscalizaremos o desenrolar desta revolução que está por vir. A intervenção judicial pode ser um catalisador de todo este processo e devemos velar por ela, mas a mudança efetiva do Bahia há de ser ainda maior que isso, conduzida pela sua imensa torcida que precisa tomar as rédeas do nosso clube.

Exijam mudanças, divulguem iniciativas, clamem por melhorias, deem o grito de independência e sejam parte deste novo Bahia que está surgindo.

ASSOCIAR PARA MUDAR!

quinta-feira, 16 de maio de 2013

segunda-feira, 13 de maio de 2013

O BAHIA PERTENCE À SUA TORCIDA! #FORAMGF

Nós, torcedores e sócios do Esporte Clube Bahia, somos o maior patrimônio do Clube e exigimos respeito. As vozes de protesto contra a situação vexatória que passa o Bahia se avolumam em todo o Brasil.
O que nos orienta não é simplesmente um "fora Marcelo Guimarães Filho", mas tudo aquilo que ele prometeu e não cumpriu: a democratização do Bahia, a associação em massa da torcida e transparência nas contas do clube. Queremos dar um basta neste modelo ultrapassado de Gestão.
A história das últimas décadas está para sempre marcada por fatos vergonhosos: goleadas humilhantes sofridas tanto diante de times de tradição como de outros sem nenhuma expressão; dez anos sem ganhar um fraquíssimo Campeonato Baiano; cinco anos de rebaixamento para a Série B; dois anos de rebaixamento para a Série C; retorno para a série A sempre com campanhas medíocres, lutando pra não ser degolado; contratação de caminhões de jogadores, na sua maioria atletas em fim de carreira ou sem colocação em outros clubes da Série A; falta de aproveitamento correto de jogadores da base; negociações nebulosas de atletas de futuro; aumento das dívidas; dilapidação do patrimônio; falta de transparência na prestação de contas; ações de propaganda medíocres para o potencial do clube e da torcida; falta de democracia na condução da vida do clube; desestímulo à permanência dos sócios e à entrada de novos; autoritarismo nas assembleias de sócios; funcionamento de um Conselho Deliberativo ilegal e ilegítimo; estatuto obsoleto substituído por outro antidemocrático, centralizador e restritivo.
Enfim, um volume imenso de provas de incompetência, irresponsabilidade e desrespeito que só mostram que esse modelo de gestão está falido. 
E é por isso que manifestamos aqui o que queremos e buscamos para o ressurgimento do Bahia.
Precisamos fazer uma faxina geral no Bahia, uma limpeza total, uma refundação, uma reinauguração de uma Bahia vencedor, mobilizador, apaixonante como a sua torcida e motivo de orgulho para ela. É preciso um novo modelo de gestão: democrático, transparente e participativo.

Nossas bandeiras são:

- Destituição imediata do Presidente Marcelo Guimarães Filho e da sua Diretoria;

- Destituição dos Conselhos Deliberativo e Fiscal;

- Intervenção provisória para realização de auditoria de contas, regularização da situação de adimplência dos sócios;

- Criação de uma comissão que elabore um novo estatuto e convoque eleições democráticas para Presidente e para os Conselhos Deliberativo e Fiscal.

REVOLUÇÃO TRICOLOR - ASSOCIAR PARA MUDAR!"

sexta-feira, 26 de abril de 2013

#ForaMGF!


O torcedor tricolor não suporta mais ver o Bahia sofrer tantas humilhações. Essa grande e apaixonada massa quer mais do que apoiar o time nas arquibancadas, e a cada dia isso fica mais claro.
A adesão dos torcedores é crescente, as manifestações são constantes.
A torcida tricolor quer ter voz e vez, e não apenas ser um mero expectador de uma diretoria incompetente e incapaz de levar o outrora glorioso Esporte Clube Bahia ao lugar que merece estar: entre os grandes clubes do futebol brasileiro.
Queremos um Bahia que faça mais do que lutar para não cair para a série B.
Exigimos um Bahia do tamanho da sua tradição e do amor da sua torcida.
Por isso, domingo (28/04) faremos mais uma manifestação na Arena Fonte Nova exigindo mudanças radicais e verdadeiras no Bahia. Participe também!

O movimento unificado já conta com o apoio da Associação Bahia Livre, Revolução Tricolor e DNA Tricolor, além das  embaixadas independentes Bahêa de Guanabara – Rio de Janeiro (RJ), Vale do São Francisco Juazeiro-Petrolina (BA/PE), Serrinha (BA), Catu (BA), Filhote Tricolor - Belém (PA), Bahêa Sampa – São Paulo (SP), Bahêa de Brasília (DF), Manaus (AM), Bahêa POA – Porto Alegre (RS), Caju de Aço – Aracaju (SE), Campina de Aço – Campina Grande (PB), Frevo Tricolor – Recife e Olinda (PE), “Embaheaxada” Tricolor – Belém (PA), Conquista – Vitória da Conquista (BA), Costa do Cacau – Itabuna (BA), Onda Tricolor – Santo Antônio de Jesus (BA), Tricolor (MS), UFBA – Salvador (BA), Paraupebas (PA), Madrileña ( Madrid – Espanha) e Baheão de Dois – Fortaleza (CE). 





segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O BAHIA, OS COELHOS E O CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO


E eis que a atual direção do Bahia mais uma vez tira outro coelho da cartola, desrespeitando a torcida e emporcalhando ainda mais o seu currículo à frente do clube.
Durante a última assembleia de sócios, após rejeitar inúmeros pedidos de medidas que garantiriam um Bahia mais democrático, a diretoria aparentemente se dispôs a ceder para um único avanço: o de que todos os que comprassem o TOB, antigos e novos, tornassem-se equivalentes a sócios patrimoniais com o pagamento da mensalidade e sem ser preciso adquirir a joia do título.
Depois de muita demora, a direção passou por cima da decisão da assembleia e estabeleceu uma nova regra para o programa Torcedor Oficial do Bahia (TOB): isenção da joia com prazo para solicitação até junho desse ano e exclusiva para quem já fez o TOB anteriormente. Não foi isso que foi decidido na assembleia: não havia nenhum prazo para pedir a isenção da joia e isso não seria restrito a quem já fez o TOB.
Porém, junto com o anúncio das regras do TOB, veio o absurdo maior, mais um desestímulo ao sócio patrimonial: a mensalidade dobrou de R$40,00 para R$80,00 (segundo informações prestadas pelo clube ao site ecbahia.com). Lembramos que no início de 2011 a mensalidade já tinha aumentado outros 100% - de 20 para 40 reais. O Bahia deve ser o único clube do mundo em que a direção avisa que seu sócio pagará 100% de reajuste na mensalidade sem que o mesmo tenha direito a absolutamente nada, a não ser votar e ser votado. Afinal, a sede social deixou de existir e não há qualquer projeto de que venha a ser construída outra; o sócio não tem direito a ingressos para os jogos e nem sequer qualquer tipo de desconto. E coroando o absurdo, com esse reajuste constata-se que o sócio patrimonial pagará mais do que os novos optantes do TOB para não ter direito a nenhuma vantagem (os filiados ao programa têm direito, entre outras coisas, a ingressos para todos os jogos do Bahia em casa). Por isso perguntamos: para onde vai o nosso dinheiro? Qual o benefício que temos?
Quem vai fazer o TOB agora e desejar ser sócio do clube com estes termos terá de pagar 300 reais da joia e 150 reais mensais (70 do programa e 80 da taxa cobrada aos sócios patrimoniais). Isso é incentivar a associação?
O cinismo, a desfaçatez, o escracho e o desrespeito para com a torcida são para esconder as verdadeiras visões e objetivos do grupo dirigente. Mas estamos aqui é para expô-las: só enxergam o torcedor como mero consumidor alienado de produtos e jogos e querem excluir totalmente o sócio da participação na vida do clube, restringindo a condução dos destinos do clube nas mãos dos que detêm o poder econômico ou dos que os bajulam.
Vocês querem inviabilizar os sócios questionadores e que não são vacas de presépio? Até onde vocês irão? Pois nós vamos continuar sendo sócios do clube porque queremos mudá-lo para tudo que ele não é atualmente: democrático, participativo, transparente e conquistador. E nós vamos reverter esses absurdos um dia. Afinal, o Código de Trânsito Brasileiro prevê que dirigir na contramão em via de mão única é infração gravíssima. E a sociedade cada vez exige mais que os infratores sejam punidos. E vocês estão na contramão da história.