A Revolução Tricolor convoca a torcida para se associar ao Esporte Clube Bahia. Só assim podemos participar da vida política do nosso Clube e promover mudanças no estatuto, Conselho Deliberativo e na presidência.
Para adquirir o título de sócio patrimonial é necessário se dirigir ao Edf. Atlanta Empresarial, nº 247, localizado na Rua Dr. José Peroba, Costa Azul, salas 807/808 munidos de cópias do RG, CPF e comprovante de residência. Segundo informação prestada pelo próprio Clube, o valor da jóia é de R$ 300 à vista ou R$ 350 parcelado em sete vezes. A mensalidade custa R$ 40 e o sócio patrimonial tem direito a votar após 12 meses de associação.
Acreditamos que a forma mais fácil de mudar o Esporte Clube Bahia é através da associação em massa. Por isso, defendemos que o torcedor deve ter o direito de votar diretamente e escolher seu presidente. Se associe ao Esporte Clube Bahia e junte-se a nós nessa luta por democracia e transparência!
ASSOCIAR PARA MUDAR!
quarta-feira, 5 de junho de 2013
quarta-feira, 29 de maio de 2013
CARTA ABERTA A NAÇÃO TRICOLOR EM APOIO A INTERVENÇÃO NO BAHIA
À
torcida tricolor,
A
Revolução Tricolor é um grupo de sócios do Esporte Clube Bahia que lutam,
através das vias legais, por mudanças mais profundas no clube, como a
democratização, a transparência e a efetiva participação da torcida nas
decisões mais importantes da vida do Bahia.
Entendemos
que a atuação correta dos diretores de uma agremiação tão importante tem como
exigência a presença constante da autoridade responsável, a prestação de
informações e contas ao torcedor, o convite à participação dos interessados, o
respeito às leis e regimentos que compõem a base jurídica de legitimidade de
uma organização, bem como a busca pelo seu aprimoramento e adequação à
contemporaneidade.
A
ação judicial que hoje tramita no Tribunal de Justiça do Estado da Bahia é
decorrência de uma expulsão injustificada de conselheiros deliberativos do
clube, às vésperas da eleição para presidência, que se mostrou a ponta de um
verdadeiro iceberg de irregularidades na composição do órgão. Para ficarmos em
um fato de conhecimento público, mais de um conselheiro do Bahia já se
manifestou no sentido de nunca ter sido sócio do clube e ter o seu nome
incluído em tão importante órgão de maneira surpreendente. Na verdade, para
ocupar tal posição, o tricolor deveria ser associado do clube há pelo menos 36
meses (3 anos)...
Foi
este órgão contra o qual constam várias denúncias de ilegalidades que reelegeu
o presidente Marcelo Guimarães Filho, que aprovou contratos e participou da
elaboração do novo Estatuto Social do Bahia, que ficou longe de implantar as prometidas
democracia e abertura do clube, configurando apenas mais uma etapa de um
projeto de poder que não tem prazo para acabar.
O
juiz de 1º grau concordou com o sócio tricolor que entrou com a ação e
determinou a intervenção judicial no Bahia. O clube recorreu e uma nova
decisão, agora do Tribunal, pode ser divulgada a qualquer momento.
Se
o Tribunal de Justiça decretar a intervenção, o interventor terá o poder de
confirmar alguns contratos assinados pelo clube, enquanto promove um
recadastramento de sócios e novas eleições para os órgãos da agremiação, após a
destituição de todos aqueles que foram eleitos sob suspeitas de ilicitudes.
Poderá também estabelecer parâmetros para uma eleição corretamente desenvolvida
e para proporcionar que a torcida tricolor tenha voz no novo Bahia que pode
surgir. Não será ele o novo presidente do Bahia, mas alguém que conduzirá uma
transição com vistas a assegurar a reformulação político-administrativa da
agremiação, a fim de que sejam eleitos um conselho e uma diretoria com
legitimidade.
Haverá
muita informação falsa divulgada caso haja mesmo a intervenção judicial. Dirão
(como disseram no ano passado) que os parceiros comerciais do clube sairão, o
que não é verdade. Os seus contratos foram firmados com o Bahia e não com os
seus diretores em nome próprio, e o interventor tem plenos poderes para
ratificá-los. Falarão ainda que o clube vai ser rebaixado, para atemorizar a
torcida. Aqueles que acompanharam as recentes humilhações, porém, sabem que o caminho
do Bahia tende a ser o retorno à Série B se ficar com a diretoria que já
demonstrou sua incompetência e aversão à democracia no comando do clube.
O
torcedor do Bahia que hoje se sente órfão, em meio à turbulência dos desmandos
e da incompetência, tem no seu horizonte um futuro mais próspero que se desenha
com a renovação efetiva que pode vir desta intervenção. É seu direito (e dever)
acompanhar os passos deste processo e buscar a aproximação ao quadro social do
clube, para que possa colaborar na reconstrução de um Bahia grande, democrático
e vencedor.
O
Bahia não é apenas um clube de futebol: é bem cultural, social e imaterial, que
pela sua dimensão e importância tem a amplitude de um verdadeiro bem público,
ente representativo da alegria e cultura de um povo. Toda a sociedade baiana
precisa tomar parte nesta luta que ganha corpo e já encontra eco na imprensa
nacional, capitaneada por figuras como o grande jornalista Juca Kfouri.
Unidos, fiscalizaremos o desenrolar desta revolução
que está por vir. A intervenção judicial pode ser um catalisador de todo este
processo e devemos velar por ela, mas a mudança efetiva do Bahia há de ser
ainda maior que isso, conduzida pela sua imensa torcida que precisa tomar as
rédeas do nosso clube.
Exijam
mudanças, divulguem iniciativas, clamem por melhorias, deem o grito de
independência e sejam parte deste novo Bahia que está surgindo.
ASSOCIAR PARA MUDAR!
quinta-feira, 16 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
O BAHIA PERTENCE À SUA TORCIDA! #FORAMGF
Nós,
torcedores e sócios do Esporte Clube Bahia, somos o maior patrimônio
do Clube e exigimos respeito. As vozes de protesto contra a situação
vexatória que passa o Bahia se avolumam em todo o Brasil.
O
que nos orienta não é simplesmente um "fora Marcelo Guimarães
Filho", mas tudo aquilo que ele prometeu e não cumpriu: a
democratização do Bahia, a associação em massa da torcida e
transparência nas contas do clube. Queremos dar um basta neste
modelo ultrapassado de Gestão.
A
história das últimas décadas está para sempre marcada por fatos
vergonhosos: goleadas humilhantes sofridas tanto diante de times de
tradição como de outros sem nenhuma expressão; dez anos sem ganhar
um fraquíssimo Campeonato Baiano; cinco anos de rebaixamento para a
Série B; dois anos de rebaixamento para a Série C; retorno para a
série A sempre com campanhas medíocres, lutando pra não ser
degolado; contratação de caminhões de jogadores, na sua maioria
atletas em fim de carreira ou sem colocação em outros clubes da
Série A; falta de aproveitamento correto de jogadores da base;
negociações nebulosas de atletas de futuro; aumento das dívidas;
dilapidação do patrimônio; falta de transparência na prestação
de contas; ações de propaganda medíocres para o potencial do clube
e da torcida; falta de democracia na condução da vida do clube;
desestímulo à permanência dos sócios e à entrada de novos;
autoritarismo nas assembleias de sócios; funcionamento de um
Conselho Deliberativo ilegal e ilegítimo; estatuto obsoleto
substituído por outro antidemocrático, centralizador e restritivo.
Enfim,
um volume imenso de provas de incompetência, irresponsabilidade e
desrespeito que só mostram que esse modelo de gestão está falido.
E
é por isso que manifestamos aqui o que queremos e buscamos para o
ressurgimento do Bahia.
Precisamos
fazer uma faxina geral no Bahia, uma limpeza total, uma refundação,
uma reinauguração de uma Bahia vencedor, mobilizador, apaixonante
como a sua torcida e motivo de orgulho para ela. É preciso um novo
modelo de gestão: democrático, transparente e participativo.
Nossas
bandeiras são:
-
Destituição imediata do Presidente Marcelo Guimarães Filho e da
sua Diretoria;
-
Destituição dos Conselhos Deliberativo e Fiscal;
- Intervenção provisória para realização de auditoria de contas,
regularização da situação de adimplência dos sócios;
-
Criação de uma comissão que elabore um novo estatuto e convoque
eleições democráticas para Presidente e para os Conselhos
Deliberativo e Fiscal.
REVOLUÇÃO
TRICOLOR - ASSOCIAR PARA MUDAR!"
sexta-feira, 26 de abril de 2013
#ForaMGF!
O torcedor tricolor não suporta mais ver o Bahia sofrer tantas humilhações. Essa grande e apaixonada massa quer mais do que apoiar o time nas arquibancadas, e a cada dia isso fica mais claro.
A adesão dos torcedores é crescente, as manifestações são constantes.
A torcida tricolor quer ter voz e vez, e não apenas ser um mero expectador de uma diretoria incompetente e incapaz de levar o outrora glorioso Esporte Clube Bahia ao lugar que merece estar: entre os grandes clubes do futebol brasileiro.
Queremos um Bahia que faça mais do que lutar para não cair para a série B.
Exigimos um Bahia do tamanho da sua tradição e do amor da sua torcida.
Por isso, domingo (28/04) faremos mais uma manifestação na Arena Fonte Nova exigindo mudanças radicais e verdadeiras no Bahia. Participe também!
O movimento unificado já conta com o apoio da Associação Bahia Livre, Revolução Tricolor e DNA Tricolor, além das embaixadas independentes Bahêa de Guanabara – Rio de Janeiro (RJ), Vale do São Francisco Juazeiro-Petrolina (BA/PE), Serrinha (BA), Catu (BA), Filhote Tricolor - Belém (PA), Bahêa Sampa – São Paulo (SP), Bahêa de Brasília (DF), Manaus (AM), Bahêa POA – Porto Alegre (RS), Caju de Aço – Aracaju (SE), Campina de Aço – Campina Grande (PB), Frevo Tricolor – Recife e Olinda (PE), “Embaheaxada” Tricolor – Belém (PA), Conquista – Vitória da Conquista (BA), Costa do Cacau – Itabuna (BA), Onda Tricolor – Santo Antônio de Jesus (BA), Tricolor (MS), UFBA – Salvador (BA), Paraupebas (PA), Madrileña ( Madrid – Espanha) e Baheão de Dois – Fortaleza (CE).
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
O BAHIA, OS COELHOS E O CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO
E eis que a atual direção do Bahia mais uma vez tira outro coelho da cartola, desrespeitando a torcida e emporcalhando ainda mais o seu currículo à frente do clube.
Durante a última assembleia de sócios, após rejeitar inúmeros pedidos de medidas que garantiriam um Bahia mais democrático, a diretoria aparentemente se dispôs a ceder para um único avanço: o de que todos os que comprassem o TOB, antigos e novos, tornassem-se equivalentes a sócios patrimoniais com o pagamento da mensalidade e sem ser preciso adquirir a joia do título.
Depois de muita demora, a direção passou por cima da decisão da assembleia e estabeleceu uma nova regra para o programa Torcedor Oficial do Bahia (TOB): isenção da joia com prazo para solicitação até junho desse ano e exclusiva para quem já fez o TOB anteriormente. Não foi isso que foi decidido na assembleia: não havia nenhum prazo para pedir a isenção da joia e isso não seria restrito a quem já fez o TOB.
Porém, junto com o anúncio das regras do TOB, veio o absurdo maior, mais um desestímulo ao sócio patrimonial: a mensalidade dobrou de R$40,00 para R$80,00 (segundo informações prestadas pelo clube ao site ecbahia.com). Lembramos que no início de 2011 a mensalidade já tinha aumentado outros 100% - de 20 para 40 reais. O Bahia deve ser o único clube do mundo em que a direção avisa que seu sócio pagará 100% de reajuste na mensalidade sem que o mesmo tenha direito a absolutamente nada, a não ser votar e ser votado. Afinal, a sede social deixou de existir e não há qualquer projeto de que venha a ser construída outra; o sócio não tem direito a ingressos para os jogos e nem sequer qualquer tipo de desconto. E coroando o absurdo, com esse reajuste constata-se que o sócio patrimonial pagará mais do que os novos optantes do TOB para não ter direito a nenhuma vantagem (os filiados ao programa têm direito, entre outras coisas, a ingressos para todos os jogos do Bahia em casa). Por isso perguntamos: para onde vai o nosso dinheiro? Qual o benefício que temos?
Quem vai fazer o TOB agora e desejar ser sócio do clube com estes termos terá de pagar 300 reais da joia e 150 reais mensais (70 do programa e 80 da taxa cobrada aos sócios patrimoniais). Isso é incentivar a associação?
O cinismo, a desfaçatez, o escracho e o desrespeito para com a torcida são para esconder as verdadeiras visões e objetivos do grupo dirigente. Mas estamos aqui é para expô-las: só enxergam o torcedor como mero consumidor alienado de produtos e jogos e querem excluir totalmente o sócio da participação na vida do clube, restringindo a condução dos destinos do clube nas mãos dos que detêm o poder econômico ou dos que os bajulam.
Vocês querem inviabilizar os sócios questionadores e que não são vacas de presépio? Até onde vocês irão? Pois nós vamos continuar sendo sócios do clube porque queremos mudá-lo para tudo que ele não é atualmente: democrático, participativo, transparente e conquistador. E nós vamos reverter esses absurdos um dia. Afinal, o Código de Trânsito Brasileiro prevê que dirigir na contramão em via de mão única é infração gravíssima. E a sociedade cada vez exige mais que os infratores sejam punidos. E vocês estão na contramão da história.
sábado, 19 de janeiro de 2013
DIRETAS???
Imaginem a seguinte situação.
Em um país regido por uma Constituição
antidemocrática, que contava com péssimos índices econômicos e sociais,
elege-se indiretamente um presidente jovem, prometendo ao povo mudanças reais
que viabilizem ser trilhado o caminho da modernidade e da democracia.
Uma das principais propostas dele é a
convocação de Assembleia Constituinte, composta por uma larga maioria de
partidários seus, com o fim de promulgar Constituição que simbolize a nova era
da nação por ele comandada.
Eis que após algum tempo é divulgada a
nova Constituição: seria estabelecida a eleição direta para presidente! Muitos
se emocionam com a notícia nas ruas e nas redes sociais.
Em contrapartida, a eleição do novo
parlamento se dará da seguinte forma: um grupo minoritário de cidadãos (a
enorme maioria não está apta a participar do sufrágio, ainda que queira, muito
menos a se candidatar) votará na composição completa de um partido político.
Caso este partido obtenha a maioria de
votos do grupo, ocupará todas as cadeiras do Congresso Nacional.
É como se a Câmara dos Deputados do
Brasil fosse integralmente ocupada por petistas. Ou apenas por tucanos.
Este é o parlamento que realizará a
primeira fase da eleição para presidente. E as diretas? Só depois (e olhe lá).
Seus membros realizarão uma votação inicial entre os inscritos, que devem ser
obrigatoriamente deputados daqueles tempos antigos, com no mínimo dois mandatos
completos.
Se dois deles ultrapassarem 1/3 dos
votos dos colegas, os cidadãos escolherão diretamente seu presidente entre
eles. Digamos entre Lula e Dilma. Ou entre Geraldo
Alckmin e José Serra.
Se, porém, apenas um deles ultrapassar
1/3 dos votos do parlamento de um partido só, o povo escolherá “diretamente”
votar no único candidato a presidência filtrado ou votar nulo.
Entenderam os termos?
Pronto. Foi assim que a Nação Tricolor
recebeu o “direito” de eleger seu presidente na noite da última terça-feira.
l O Conselho Deliberativo de hoje, composto
integralmente pelo grupo da diretoria, filtrará talvez dois candidatos entre
conselheiros com dois mandatos, talvez apenas um mesmo;
l Os sócios com direito a voto elegerão um dos dois ou
meramente referendarão o candidato com votação majoritária no Conselho, se
nenhum adversário tiver mais de 1/3 dos votos;
l O Conselho Deliberativo será eleito depois da
Diretoria (é o Conselho anterior que fará os filtros dos candidatos à
presidência); a sua eleição se dará em chapa integral (sem proporcionalidade) –
a corrente vencedora ocupará todas as cadeiras do órgão, sem oposição.
A proposta apresentada pela Diretoria
estranhamente foi diferente daquela apreciada pelo Conselho Deliberativo no ano
de 2009, descumprindo assim o anterior Estatuto do clube. O seu artigo 25
prescrevia a competência do Conselho Deliberativo para sugerir ou apreciar
proposta de alteração ou reforma do Estatuto, por decisão favorável de maioria
simples dos seus membros, encaminhando à Assembleia Geral para apreciação
final.
Estranho também o fato de a proposta da
diretoria não ter sido similar aos Estatutos do Grêmio e do Internacional, como
sempre falou o presidente Marcelo Filho na imprensa. Dentre outros itens, a
proposta não continha a eleição proporcional do Conselho, como acontece
naqueles dois clubes.
A Revolução Tricolor, por meio de seus
membros presentes na reunião da assembleia geral de sócios do clube, propôs:
l a eleição direta dos sócios para o cargo de
presidente, sem filtros ou com filtros mais brandos que os supracitados;
l renovação integral do Conselho (ou até parcial: de
metade dos seus membros), com eleição proporcional de cadeiras ao número de
votos recebidos pela Chapa, viabilizando a pluralidade no órgão e a
fiscalização;
l a eleição do Conselho antes dos filtros e da eleição
final da diretoria.
Tais propostas foram apresentadas
detalhadamente aos presentes na referida reunião. Solicitamos encarecidamente a
negociação, notadamente na questão da eleição proporcional do Conselho, mas a
diretoria do clube não cedeu e abriu para votação a sua proposta contra as
propostas da oposição. Como tinha a maioria no auditório, aprovou as
lamentáveis medidas descritas acima, que distanciam o clube da almejada
democratização.
A diretoria apenas cedeu na manutenção
da carência de 12 meses para o sócio ter direito a voto e de 36 meses para ser
votado. Na sua proposta, os prazos eram de 24 meses para voto e 60 meses para a
candidatura. Lembramos, porém, que os prazos finais apenas repetem o Estatuto
anterior, não significando avanços.
Por falar em sócios, faltou mais uma
vez aparecer a lista de adimplentes. Quem eram várias pessoas que não se viu em
outras assembleias? Sócios? Desde quando? Bastava a divulgação da lista,
conforme requerido ao clube pela Revolução Tricolor, e estas questões poderiam
ser respondidas.
Como ponto positivo, ficou a
equiparação do Torcedor Oficial do Bahia ao sócio patrimonial, definida como
item do Estatuto, pois foi votada pela Assembleia Geral reunida especialmente
para a reforma do documento. Esperamos que esta seja a nova porta de entrada de
sócios ao Esporte Clube Bahia e que não sejam criadas barreiras severas para a
consecução deste avanço.
Apesar do saldo terrível na “renovação”
do Estatuto do Clube, registramos que a condução da reunião se deu em termos
satisfatórios (ao contrário do que ocorreu em encontros anteriores), tendo sido
conferida a oportunidade de voz a todos que protocolaram suas propostas de
reforma estatutária. Lamentamos, porém, a pouca disponibilidade da Diretoria
para a negociação, que acabou tendo como consequência um Estatuto com
disposições que apenas indicam a manutenção de um projeto de poder.
A possibilidade de mudança segue a
mesma: ASSOCIAÇÃO. Quanto mais sócios houver, maiores as possibilidades de
fiscalização, de voz e da formação de uma chapa que não pertença ao grupo que
comanda o clube há décadas para concorrer ao Conselho Deliberativo.
Rogamos que os torcedores oficiais do
Bahia busquem exercer os seus direitos, se informem sobre as condições para
tanto, e ingressem na luta por um Bahia maior e mais democrático, com eleições
diretas de verdade!
ASSOCIAR PARA MUDAR!
SAUDAÇÕES TRICOLORES
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